quinta-feira, 25 de abril de 2013

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É o último, jurei a mim mesma não fazer mais textos a falar sobre ti.. não por não querer, mas por já não valer a pena continuar a escrever páginas dum livro do qual tu quiseste sair sem motivos aparentes. 
Era fácil demais, e como se diz tudo o que vem fácil vai fácil.. tu não fugiste a essa regra, e como eu gostaria que tu fosses excepção, mas não foste.
Bate saudades, daquilo que um dia fomos ainda que por instantes, por momentos.. nada concreto e tudo incerto. Espero que um dia te relembres dos dias em que fomos contra o mundo, ainda que lutando por uma causa perdida.. causa essa que sabíamos à partida que iria ser sempre assim, sem futuro.. Mas que vivíamos intensamente como se não soubéssemos disso.
Ás vezes penso que seria bom se voltássemos a ser desconhecidos, meras pessoas que se cruzaram ao acaso sem nada que as ligasse.. Estranhos, que nunca se viram, nunca se tocaram, e nunca viveram nada juntos mas com histórias idênticas de vida. É sempre assim, no final é cada um por si... pode ser que o destino, numa curva da vida nos faça voltar a encontrar-nos e sorrir da mesma forma, mas com caminhos diferentes, caminhos esses que traçámos definitivamente.
Que eu seja capaz de olhar para ti e não sentir nada, sentir que foste algo importante na minha vida.. e não sentir que és o mais importante na minha vida.  
De agora em diante, vou amar aquilo que mais próximo tenho de mim.. eu mesma!